Motivação

maio 28th, 2011

Quer dizer que nesse momento você está desmotivado para agir? E se você fosse uma águia com 40 anos de idade… o que faria?

Certa vez um amigo chamado Marcel criou um tópico numa comunidade chamado Karate Educacional.

Ele se questionava: Não seria redundante chamar o Karate de “Educacional”, uma vez que a prática do Karate por si só, já é extremamente educativa?

Parei um instante para refletir e respondi:

No cenário atual não considero redundante chamar o Karate de Educacional, muito pelo contrário, está cada vez mais difícil encontrar um lugar para a prática educativa do Karate-Do. Se você já encontrou um mestre, é um karateca de sorte. Siga-o enquanto puder.

Parabenizei o amigo pela abertura daquele fórum e afirmei que tinha a certeza de que há mais gente que tenta educar seus alunos através do treinamento das artes marciais.

Karate-Do é superação. Se superar a cada dia, buscando sempre melhorar para si e consequentemente para a sociedade.

Cada pessoa poderá ver o que há de melhor em si ao persistir no Karate-Do (…).

É claro que existem outros caminhos (DO) para se obter o desenvolvimento integral do ser humano. No que se refere às artes marciais temos o Karate-Do, Judo, Aikido. A partícula “DO” no final destas artes reflete o que quis dizer com desenvolvimento integral, e não simplesmente físico ou técnico.

Abraços.

Existe vida eterna?

maio 19th, 2011

Se vocês acessarem o nosso Livro de Visitas e consultarem os recados de hoje, dia 19/05/2011, encontrarão o post de Coradini Sensei.

Eu tive o privilégio de treinar com Coradini Sensei durante 9 anos. Certa vez escrevi aqui no blog sobre lembranças que tive de um dia de treinamento: Confira aqui a matéria.

Hoje Coradini Sensei deixou um recado no nosso Livro de Visitas e, em sua assinatura, observei que ele assinou como:
Ex-professor de Karatê Shotokan“.

Isso de certa forma mexeu comigo… não concordei com essa auto-titulação deste eterno professor e resolvi deixar-lhe uma mensagem. No próprio Livro de Visitas realizei essa postagem:

Coradini Sensei,

Houve um tempo em que o filósofo Sócrates foi acusado de corromper a juventude e não venerar os deuses da cidade.
Com essa acusação, ele foi preso e condenado à morte, sendo obrigado a tomar um veneno chamado cicuta.
No momento em que soube de sua condenação, Sócrates disse:
“- Vocês podem me obrigar a tomar cicuta, mas isso de nada adiantará, eu sou eterno.”
As pessoas que condenaram Sócrates não entenderam aquela frase e prosseguiram com a execução, matando-o.
Na verdade, Sócrates quis dizer que seus pensamentos estavam nas idéias de outras pessoas, e isso resistiria ao tempo. Ele estava certo, até hoje sua história e pensamentos são ensinados nas escolas e universidades de todo o mundo.

Mas por que eu estou contanto essa história?

É para dizer, Coradini Sensei, que você nunca poderá usar o título de Ex-Sensei.

Seu conhecimento, sua arte, foi passada para a próxima geração. Sidney Sensei, Fernando Félix Sensei, eu… Diversos karatecas têm sua técnica forjada nos seus ensinamentos. Tudo isso vai ser inevitavelmente transmitido para quem conviver e treinar com estes karatecas.
E isso significa que o seu Karatê vai ser passado de professor para aluno, e quando esse aluno tornar-se um Sensei, o ciclo irá se repetir.

Em outras palavras, todo o ensinamento que recebemos será eterno, pois o Kime em nossos corações vai fazer tudo isso extrapolar o tempo de vida que temos. Nossos alunos, nossos filhos, talvez até nossos netos, darão continuidade à nossa arte.

Portanto, querido Sensei, você é eterno.

Um forte abraço,

Oss!

Carlos Camacho.

É isso aí… no que depender dos alunos que já passaram pelas mãos deste magnífico professor, sua arte continuará viva, quente como água fervente.

Abraços.

Sakki

abril 30th, 2011

Um dia perguntaram para Masatomo Takagi Sensei sobre Funakoshi Sensei, e esta história foi contada:

Já em idade avançada, Sensei Funakoshi não treinava como antes. Porém, pediu a mim (Takagi) que o ajudasse nos treinamentos, tentando atacá-lo sempre que achasse que ele estivesse desatento. Evidentemente que achei aquilo meio bobo, já que eu nunca ousaria fazê-lo tendo em conta sua idade avançada. Meu respeito por ele não admitiria isso.

Porém, fui repreendido severamente diversas vezes por não fazê-lo até que um dia, percebendo-o no canto do Dojo, em aula, dando uma leve cochilada, aproximei-me dele bem devagar e quando estava bem perto, lancei um Uraken bem rápido em sua direção. O golpe foi facilmente desviado, apenas com um movimento lateral de cabeça.
No mesmo instante ele disse:

- Sem chance Takagi, acho que você deveria treinar mais Karate, está muito lento.

Evidentemente que quando contei a meus amigos o ocorrido, disse a eles que talvez Funakoshi Sensei estava brincando de gato e rato comigo, que na verdade ele estava fingindo estar dormindo só pra me pegar.

Até que certo dia, já na Takudai University, num Gashuku, tive que entrar no quarto do mestre para pegar meu Karate-Gi pois compartilhavamos o mesmo quarto. Ao adentrar o quarto, percebi que o Mestre estava num sono profundo. Momento ideal para um ataque surpresa e cheguei a aproximar-me dele com o pensamento bem fresco em minha mente.
Na hora H, pensei o seguinte. Ele não terá chance se eu atacá-lo agora, portanto não farei nada e amanhã cedo lhe direi que o fiz, e que ele nem percebeu. Neste mesmo instante, como se lesse meu pensamento, ainda de olhos fechados ele me disse:

- Takagi, vai atacar logo ou vai ficar aí pensando nisso a noite toda?

Juro, isso aconteceu de verdade! A partir daquele instante nunca mais ousei desconfiar do Sensei.
Essa habilidade se chama em japonês Sakki (literalmente sentir a morte), e é o que buscamos nas Artes Marciais e especialmente no Karate-do.
É aquele sentimento de previsão de perigo, que algo errado está prestes a acontecer. Se conseguirmos sentir isso numa luta, antecipando o ataque do adversário, jamais perderemos uma batalha.
Hoje em dia vemos dezenas de milhares de pessoas, desenvolvendo suas habilidades físicas nas Artes marciais, esquecendo-se do espírito.
Por isso mesmo, quanto mais velho fico, mais distante de me sentir somente um lutador me sinto. Karate é escola de vida.
Melhor adquirir Sakki…

Adaptação de texto escrito originalmente por Roberto Sant’Anna. – http://wwwkenshuseikarate.blogspot.com

Mukyu

abril 8th, 2011

Mukyu

Kyu significa “classe”.

Então ao ser aprovado para a Faixa Amarela, o karateca recebe a graduação de 6º Kyu, ou sexta classe.

Conforme o karateca vai adquirindo experiência, as classes vão diminuindo até a primeira classe, que é a Faixa Marrom.

Daí pra frente começam os graus. Ou seja, quando um Faixa Marrom passa no Exame de Graduação para a Faixa Preta ele recebe a graduação de Primeiro Grau, ou 1º DAN, ou ainda Shodan. Dizem que ao obter o Primeiro Grau o karateca já assimilou corretamente as defesas, bases e ataques, e é nesse momento que se inicia de fato sua aprendizagem neste Caminho. Mas esse post não é sobre o Faixa Preta, é sobre o Faixa Branca.

A pergunta é: Um karateca Faixa Branca se enquadra em qual Kyu?

O Kyu ou classe está relacionado à aprovação do karateca perante uma banca de avaliação. Como o karateca iniciante – portador da Faixa Branca – nunca foi submetido à um Exame de Graduação, ele não possui Kyu.

Mas então é incorreto dizer que o Faixa Branca é 7º Kyu? Sim, é incorreto afirmar isso.

Mas se o Faixa Branca não é 7º Kyu ele é o que?

A correta designação para o Faixa Branca é Mukyu, que significa “iniciante” ou “sem classe”. Indicando que trata-se de uma pessoa iniciante numa arte marcial e que nunca foi submetida à uma banca examinadora.

Registro aqui minha sincera admiração aos que já foram Mukyu, aos Mukyu de hoje e aos que se tornarão Mukyu amanhã. Se não houvessem pessoas corajosas ao ponto de iniciar uma jornada que vai durar todo o seu tempo de vida, uma arte marcial simplesmente não sobreviveria ao tempo.

Saudações à todos os Mukyu. Eles compreendem que:

“Uma longa jornada começa com um único passo”.
Lao-Tse

Referências:
ANDRETTA, Denis. AFINAL DE CONTAS A FAIXA BRANCA É OU NÃO UM KYŪ? Acesso em 04/01/2012.

Mushin

abril 3rd, 2011

Imagine um jovem de 18 anos que acabou de tirar sua Carteira de Habilitação.
No começo ele precisa de um grande nível de concentração para dirigir seu carro.
- Hmm… preciso ir para a frente então, primeiro piso na embreagem até o fim;
- Tudo bem, agora vou empurrar o câmbio para a frente engatando a 1a. marcha;
- Certo, agora ao mesmo tempo em que meu pé direito vai pressionando o pedal acelerador, meu pé esquerdo deve soltar devagar a embreagem para que o carro comece a se movimentar (…).

Tudo isso ainda recebe um tempero extra de stress devido à impaciência dos outros motoristas, etc.

Com o passar dos anos, esse jovem adquire mais experiência e já não é necessário o mesmo nível de atenção para executar a tarefa de dirigir. Algumas vezes ele até reflete sobre outro assunto sem se dar conta que acabara de dirigir de casa até o trabalho sem pensar no que estava fazendo. Seus instintos o guiaram naturalmente, sem que ele percebesse.

No Karate-Do isso também acontece… com o passar dos anos, há um sentimento natural durante sua prática. E isso se transporta contigo quando você está fora do Dojo. Torna-se parte de você.

Mas enquanto não chegamos lá, é muito importante manter o estado de alerta durante cada instante do treino.

Hoje estava fazendo um bunkai (aplicação de Kata) e vejam o que pode ocorrer se não mantemos o estado de alerta.

O amigo karateca avisou que iria atacar oi tsuki jodan (soco na altura do rosto). Eu fiz sinal de que havia entendido o aviso e, teoricamente, estaria pronto para a defesa e contra-ataque.

Quando o amigo karateca projetou-se em minha direção eu me distraí por 2 segundos… minha mente estava distante de tudo o que estava acontecendo ao meu redor (…).

Adivinha o que aconteceu?!

Óbvio, tomei uma senhora pancada na boca. Fiquei tonto e quase “apaguei”. Na verdade tive sorte de não ter ficado sem alguns dentes ou ter ganhado um nariz quebrado.

Dizem que é melhor aprender com a dor dos outros do que com a própria dor. Então aprenda com o episódio de hoje, e fique esperto durante todo o seu treino!

Abraços.

Carlos Camacho.

Observação: Acabei de fazer nova contagem, felizmente todos os dentes ainda permanecem em seus devidos lugares. :)

Um dia de nostalgia

março 30th, 2011

Nostalgia é um sentimento de saudade quando lembramos de alguém que não está perto da gente, quando lembramos de um lugar agradável ou nos lembramos de uma época boa de nossas vidas.

Hoje me senti nostálgico e resolvi postar esse vídeo para me lembrar de uma época boa… Espero que gostem.

Esse segundo vídeo vale a pena pela interpretação que um brasileiro fez da clássica música de Peter Cetera que foi tema do filme: Glory of Love. Bela música…

Abraços.

Ensinamentos de um mestre

março 19th, 2011

Estava assistindo alguns vídeos no youtube sobre… bem, você já sabe… :)

E olha o que achei:

Quando um mestre fala, sábio é aquele que consegue esvaziar-se para compreender a mensagem que está sendo transmitida.

Um ótimo final de semana,

Carlos Camacho.

Infelizmente isso ainda acontece

março 15th, 2011

Fiquei muito triste ao receber um e-mail de um karateca hoje… Triste por saber que isso ainda acontece por aí.

No e-mail, o amigo karateca disse que já treinou karate enquanto criança e voltou recentemente aos treinos. Noutro dia foi fazer um shiai no Dojo e a regra era acertar somente na região chudan. Seu parceiro de treino era um faixa preta. A luta começou e o amigo karateca acertou um tsuki na altura chudan do faixa preta. Nesse momento o faixa preta saiu desesperado pra cima do amigo que se defendeu desferindo outro tsuki chudan acertando novamente o faixa preta. O faixa preta, se sentindo humilhado, desferiu um tsuki acertando boca e nariz do amigo karateca.
O amigo karateca pediu ao Sensei autorização para se ausentar temporariamente do Dojo com o objetivo de limpar o sangue de sua boca e nariz, que escorria devido a falta de controle do golpe desferido pelo faixa preta.
Esse amigo me perguntou: Por que fui atingido desse jeito? Como poderia me defender? Como devo me comportar? Só esquivar e não acertá-lo?

O amigo karateca me pediu alguma dica de livros para superar o abalo emocional causado por esse acontecimento (…). Como já passei algumas vezes por essa situação, me identifiquei com a questão e respondi o e-mail do amigo karateca:

Observações: Reduzi o número de detalhes descritos no acontecimento e preservei o sigilo do nome do amigo karateca para evitar qualquer conflito.

Amigo karateca,

Primeiro) Não foi falta de respeito da sua parte. Se o combinado era valer acertar chudan e você acertou chudan, o errado foi o faixa preta que não se defendeu.

Segundo) Você está correto sobre o sentimento de que o faixa preta não agiu corretamente. Mesmo que você acertasse primeiro um Jodan e o nariz dele sangrasse, isso não dá a ele o direito de te agredir.

Na correta formação de um karateca há uma parte (mais importante ainda que a técnica) chamada de Budo. São os princípios, a ética, o respeito, a perseverança, o caráter. Infelizmente é comum vermos atualmente alunos sendo graduados onde a avaliação ocorre somente na parte técnica, o Budo não é avaliado. Muitas vezes porque o próprio Sensei deste aluno não foi avaliado em termos de Budo, e assim infelizmente propaga somente a formação técnica.

Isso é um grande risco, pois pode acontecer o que acabou de acontecer com você.

Quando ainda não aprendemos a dominar o próprio ego, não aceitamos levar um golpe ou perder uma luta de shiai. Isso deveria ser um sentimento normal apenas para principiantes em Karate-Do, pois do karateca mais experiente espera-se controle emocional, domínio do próprio ego, domínio dos próprios medos, e sobretudo respeito ao seu Sensei, aos seus amigos de treino, aos seus familiares, respeito perante toda a sociedade.

Isso também já aconteceu comigo e na época também me senti abalado emocionalmente. Existem coisas na vida que a gente só aprende com o tempo, só a vida ensina… e você não vai encontrar isso em literatura.

Na circunstância atual é importante conter qualquer sentimento de raiva ou de vingança que possa se manifestar em você, pois quando alguém pisa no nosso pé o instinto natural (do animal ser humano) é descontar de forma agressiva, seja com palavras, com pancadas ou mesmo com a devolução do pisão no pé.

Quando Sensei Funakoshi disse “Conter o Espírito de Agressão!”, ele não quis dizer apenas ter autocontrole para não golpear seu adversário desnecessariamente. A mensagem do mestre vai muito além… Quando dizemos um palavrão para alguém estamos com o espírito de agressão.
Mas analisando melhor essa questão, geralmente mesmo quando não dizemos o palavrão para alguém, interiormente nutrimos nosso espírito com raiva por aquela pessoa. Conter o Espírito de Agressão quer dizer então que o karateca deve ser capaz de conter a raiva em seus sentimentos, deve impedir que ela apareça. O karateca deve ser capaz de não ficar com raiva de outra pessoa mesmo que esta pessoa o tenha agredido.

Sei que isso tudo é muito bonito na teoria e a gente sabe que no dia-a-dia é extremamente difícil gostar ou conviver com alguém que nos agrediu, seja com golpes, seja com palavras. Mas esse deve ser o objetivo de um karateca: treinar aperfeiçoando sua técnica, mas através do treino, sempre buscar melhorar seu espírito.

Não sei se mudar de Dojo/Academia seja uma solução. Cedo ou tarde você vai encontrar pessoas egoístas e despreparadas no seu caminho. O karateca deve enxergar cada um desses momentos como oportunidades para aprender. Aprender mais sobre si mesmo, controlando suas emoções e assim colaborando para um mundo melhor, um mundo de paz.

Meu amigo, desculpe-me a extensão do e-mail mas como já passei por isso acabei me identificando com o seu relato.

Tente se acalmar pois só com a mente tranquila você poderá tomar a atitude mais correta sobre essa questão.

Boa sorte.

Carlos Camacho.

A relação SENPAI/KŌHAI

fevereiro 7th, 2011

No mundo das artes marciais, o emprego de termos japoneses sem o conhecimento efetivo do seu significado e ou utilização sempre levou (e ainda leva) alguns instrutores ou praticantes a erros que poderiam ser facilmente evitados. Este é o caso do termo SENPAI.

Inúmeros são os instrutores que “adoram” usar a palavra “SENPAI” referindo-se aos “faixas pretas” ou “estudantes seniores” e isso acontece porque estes instrutores “convencionaram” que o termo SENPAI refere-se apenas aos alunos antigos dentro de um dōjō.

Na realidade, isto é muito comum em nossos dias e já virou uma espécie de conceito paralelo… Por que paralelo? Porque no Japão as coisas não funcionam desta forma (aliás, criamos muitos conceitos paralelos no ocidente).

Ao falar sobre SENPAI é OBRIGATÓRIO falar em KŌHAI, pois o termo SENPAI não é um título, SENPAI/KŌHAI é uma relação!

Explico: SENPAI é um estudante sênior (designado pelo SENSEI) que se torna responsável por um ou mais estudantes para ensiná-los informações básicas sobre o estilo ou escola.

A relação SENPAI/KŌHAI dentro de um dōjō é mais conhecida a nível japonês como a relação “irmão mais velho/irmão mais novo”, onde o “irmão mais velho” é responsável pela educação do “irmão mais novo” e deveria ser feito de idêntica maneira dentro das escolas de artes marciais ocidentais. Ou seja, um SENPAI encarregado de um ou mais estudantes.

Na maioria dos casos isto não acontece nas escolas ocidentais onde o SENPAI é conhecido pelos outros alunos, pois nenhum KŌHAI respectivo é encontrado…

Artigo original: Joséverson Goulart.
Adaptações/formatação: Denis Andretta – Seiden-Kai
http://www.seidenkai.com.br

Muito obrigado Denis!

Denis, infomo ainda que coloquei aqui um link para o seu Blog. É um artigo melhor que o outro meu amigo! Parabéns!

Kuro obi

fevereiro 5th, 2011

Kuro Obi (Faixa Preta)

Hoje tive a oportunidade de assistir o filme Kuro obi (Faixa Preta).

Sou suspeito pra dizer que gostei muito do filme… Na minha opinião é um daqueles para guardar na videoteca e assistir novamente de tempos em tempos.

Pelo fato de ter assistido o filme em japonês (calma, assisti com legenda… rsrs) pude observar algumas coisas legais… Uma das coisas mais interessantes que pude assimilar foi a pronúncia de algumas palavras. Lembram-se de um post que fiz falando sobre a confusão que algumas pessoas fazem entre Sansei e Sensei? Clique aqui para ver o post.

No filme pude perceber que as palavras terminadas em “ei” pronuncia-se “ê”.

Sensei -> pronuncia-se “sensê”
Sansei -> pronuncia-se “sansê” e assim por diante.

Quem quiser comprovar utilize o google translator:
Clique aqui – depois que a página for carregada clique no botão [Ouvir].

A propósito… Agradecimentos especiais ao amigo Nelson por ter me presenteado hoje com esse DVD. Gostei muito! :)

Abraços.