Archive for março, 2007

Publicação de material gratuito sobre Budô

segunda-feira, março 12th, 2007

Neste mês terminei a primeira fase de um trabalho de pesquisa sobre Budô.

O resultado foi o lançamento da primeira edição que foi chamada de Budô Newsletter.

Você pode realizar, gratuitamente, o download da 1a. edição em www.budonewsletter.com.br

Depois comente aqui o que achou, combinado?!

Um forte abraço e uma ótima semana!

Carlos Camacho.

Parábola: Olimpíadas especiais

segunda-feira, março 12th, 2007

Há alguns anos, nas Olimpíadas Para Pessoas Especiais, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.

Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: “Pronto, agora vai sarar”. E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.

Talvez os atletas fossem deficientes mentais… Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade… Por que? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho.

O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

Parábola: A borboleta

quinta-feira, março 1st, 2007

Parábola: A borboleta
Certos ou errados, nós escolhemos os nossos próprios caminhos.

Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Como pretendia oferecer a melhor educação, elas foram passar férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes, as meninas inventaram uma que ele não saberia responder. Uma delas apareceu com uma linda borboleta para pregar uma peça no sábio.

– Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que está morta, vou abrir e deixá-la voar. Se disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. Assim qualquer resposta estará errada!, disse uma delas.

– Tenho uma borboleta nas mãos. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?, perguntou uma delas ao sábio, que estava meditando.

– Depende de você…ela está em suas mãos, disse ele, sorrindo calmamente. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolher o que fazer com ela.